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sexta-feira, setembro 06, 2013
A Tempestade do Século (Storm of the Century)
segunda-feira, agosto 12, 2013
Título no Brasil: A Tempestade do Século
Título Original: Storm of the Century
País de Origem: Canadá / EUA
Gênero: Terror/Suspense/Drama
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 260 minutos
Ano de Lançamento: 1999
Direção: Craig R. Baxley
Título Original: Storm of the Century
País de Origem: Canadá / EUA
Gênero: Terror/Suspense/Drama
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 260 minutos
Ano de Lançamento: 1999
Direção: Craig R. Baxley
Elenco: Colm Feore, Tim Daly, Debrah Farentino, Jeffrey DeMunn, Julianne Nicholson, [+].
Sinopse: A ilha de Little Tall está para enfrentar o que os metereologistas estão chamando de “a tempestade do século”. Junto com ela, chega Andre Linoge, um forasteiro que logo se revela um assassino que põe a cidade inteira de refém. Linoge não é um homem comum: ele sabe os maiores segredos de todos os habitantes da ilha, além de ter o poder de controlá-las como bem quiser. Enquanto espalha uma trilha de sangue, Linoge faz sua exigência: “Dê-me o que eu quero e eu irei embora”. Os habitantes da ilha se unem numa última tentativa de confrontar o maligno Linoge, enquanto decidem se realmente querem saber a resposta do grande enigma: o que Linoge quer?
Vai Lendo!
"Me deem o que eu quero e eu vou embora". Essa frase ficará na sua cabeça por um longo tempo após assistir essa fantástica minissérie, com roteiro escrito por Stephen King direto para TV (e só depois virou livro, porém no formato de roteiro para cinema). E ao contrário do que muitos dizem, A Tempestade do Século não é sobre vampiro. Andre Linoge (Colm Feore) não é um vampiro. O que ele é afinal? Assista e descubra!
"Give me what I want and I'll go away"
E afinal de contas, o que diabos ele quer? É o que todos se perguntam e certamente você irá se perguntar também. Por que Linoge simplesmente não pega o que quer e vai embora? Outro mistério que te fará assistir todas as 4 horas da minissérie num piscar de olhos! O suspense é muito bem feito. As coisas não demoram para acontecer como em diversas outras produções. Um único acontecimento logo no início do filme já garante que você, humilde telespectador, fique doido para saber o motivo de tudo aquilo.
Cidadãos tão preparados quanto uma morsa no deserto.
A burrice de alguns cidadãos, a ignorância de outros e agressividade de muitos, podem nos deixar com um pouco de raiva, no entanto, pensando nisso agora vi que numa situação real talvez seria praticamente assim. Pois afinal: tem sempre o burro que não se dá conta do que está acontecendo, o desesperado que ferra tudo, o ignorante que acha que tudo é intriga da oposição e os "machões" de plantão que querem resolver no braço qualquer situação. Nesse sentido, isso atribui uma graça a mais à minissérie, além de mais verossimilhança. Então o que achei dos personagens? Essenciais. É uma cidade pequena, meio caipira, com seus costumes e relações próximas, então o comportamento de cada um e de todo o grupo é aceitável.
Os atores por sua vez são muito bons. Em especial Colm Feore (Linoge), que nos convence perfeitamente de que não é um ser humano. O ator esteve em várias séries e também nos filmes Thor (2011), Chicago (2002), A Batalha de Riddick (2004) e A Outra Face (1997). Tim Daily (o policial Mike Anderson) atuou em diversos seriados, entre eles Private Pratices (2007) e Greys Anatomy (2007). E tem dois rostos bem conhecidos na minissérie: Spencer Breslin e Jeffrey DeMunn.Spencer é o irmão mais velho da Abigail Breslin, o garoto faz filmes desde bem pequeno, você deve se lembrar dele no filme Duas Vidas (The Kid, 2000), onde fazia o papel do Bruce Willis na infância. O filme é bem bonitinho. No 'A Tempestade do Século' Spencer interpreta o filho do prefeito, um garotinho mimado e bravinho (mas muito fofo!).
E o Jeffrey, o prefeito na minissérie, é o Dale do The Walking Dead! Demorei para reconhecer, pois ele não está de cabelos super brancos e tal
"Dale"
Os efeitos especiais são aceitáveis para a época. E foram utilizados mesmo só em alguns momentos e principalmente da metade para o final da minissérie, então não acredito que estragou alguma coisa. Tem horas que você estranha, do tipo "Hum? O que é isso agora?", mas aí você lembra de que é uma minissérie e não um reality show e de que é obra do Stephen King, aí você pensa "Não, beleza" (pois afinal, em livros do King topiarias se mexem e carros são demoníacos). É ficção poxa! Se for bem desenvolvido, para ficar fantástico e não ridículo, pode acontecer qualquer coisa!
"Born in lust, turn to dust. Born in sin, come on in!"
Outro detalhe legal da história é o fato do Linoge saber os podres de todo mundo. Você irá se divertir com isso! O povo fica doido com medo de que seus podres sejam revelados. É interessante por mostrar que até aqueles que ninguém suspeitaria, está envolvido com algo muito podre, como tráfico de drogas, prostituição, pedofilia, torturas e afins. A intenção certamente era mostrar que mesmo numa cidade pequena, bem religiosa e ao "estilo família", há as "maçãs podres". Minha maior preocupação foi com o reverendo Riggins O.O (assista e fique também preocupado haha)
Eles devem ou não dar o que Linoge quer?
A Tempestade do Século de certa forma marcou minha infância, pois além de nunca ter esquecido do "Me deem o que eu quero e eu vou embora", também nunca me saiu da memória os olhos totalmente negros do Linoge! Havia assistido muitos filmes de terror quando vi esse, mas sempre que tinha um monstro e coisas do tipo, os olhos eram vermelhos, brancos ou amarelos. Nunca havia visto olhos totalmente pretos até naquela época e fiquei bem impressionada. Sem dúvidas, A Tempestade do Século fica em nossas mentes, nos envolve totalmente... E claro que recomendo! Ainda mais para aqueles que são fãs das obras do King! São 4 horas que valem a pena.
Nota (0-10): 9,5.
TRAILER
CURIOSIDADES*
• Na 1ª Parte, o personagem de Timothy Daly pergunta ao seu assistente, “Você vê o Super-Homem por aqui?”. Daly dublou o herói na série animada da WB Superman – A Série Animada.
• A minissérie tem lugar na Ilha de Little Tall, costa do Maine. Este é o mesmo local em que acontece a trama de Eclipse Total. A personagem principal da história, Dolores Claiborne, é mencionada nesta minissérie.
• O livro que Cat lê para as crianças, “The Little Puppy”, era o livro favorito de Danny Torrance em O Iluminado.
• Stephen King faz uma pontinha como o homem que aparece num comercial de TV, na cena em que Linoge invade a casa de Martha Clarendon, falando sobre o litígio entre a Macintosh & Redding.
• Stephen King faz uma pontinha como o homem que aparece num comercial de TV, na cena em que Linoge invade a casa de Martha Clarendon, falando sobre o litígio entre a Macintosh & Redding.
• Os testes de elencos começariam em 9 de janeiro de 1998, em Southwest Harbor, Maine. Uma poderosa tempestade de chuva congelante atingiu o lugar naquele dia, transformando o estado inteiro uma área de desastre (três outros estados e quatro províncias canadenses também foram afetadas; partes de Quebec e Ontário foram atingidas com mais força do que no Maine).
• Mais um roteiro original do King. A Tempestade do Século seria, originalmente, um romance, mas King optou por transferi-lo para as telas de TV.
• Única vez em que a adaptação gerou um livro. No mesmo ano, foi lançada em brochura a versão roteirizada da minissérie. Embora não seja um livro como os outros (tendo apenas as falas e indicações do que ocorre, sem narração alguma), muito colecionadores o adquiriram. O livro ainda conta com uma introdução de King que comenta como foi o processo de produção da minissérie.
• Em certo da trama, a cidade de Derry é mencionada.
• King pessoalmente escalou Craig R. Baxley para ser o diretor após ver seu trabalho no telefilme Twilight Man, que conta com dois atores que já trabalharam em adaptações baseadas em obras de King: Tim Matheson (no telefilme Às Vezes Eles Voltam), e Dean Stockwell (na minissérie Fenda no Tempo).
• Para Stephen King, A Tempestade do Século é seu trabalho favorito para televisão.
• Com a exceção das primeiras cenas, filmadas com a ajuda de um helicóptero, todo o resto da minissérie foi gravado num estúdio gigante.
• O nome de Linoge possui duas variações. A primeira, que é mencionada na minissérie, é o anagrama “Legion”, ou Legião, o demônio bíblico que também é mencionado no romance A Coisa. A segunda mexe com o idioma francês, em que o nome Linoge se torna “La Neige”, que significa “A Neve”.
*Curiosidades retiradas do site http://www.kingofmaine.com.br/
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Conheça 'Under The Dome'!
sábado, agosto 03, 2013
Série baseada em romance de mesmo nome do grande Stephen King está chegando no seu 7º episódio e vem chamando cada vez mais a atenção de todos. A história é bem simples: num dia "normal" uma cidadezinha fictícia chamada Chester's Mill é repentinamente isolada do resto do mundo por uma espécie de barreira ou campo de força invisível. Ninguém sabe de onde veio, ninguém sabe como destruir aquilo, ninguém sabe por que isso está acontecendo com Chester's Mill, e é isso aí! Nem precisa dizer qual é a graça disso tudo né? Caramba, tem uma redoma isolando TODA A CIDADE! *o*
Dentro da cidade, a pequena população fica apavorada com o acontecido, mas inicialmente (assim como em Lost), não se preocupam tanto pois acreditam que em breve se verão livres daquilo e suas vidas voltarão ao normal. Quando se passam alguns dias e a redoma continua lá, enfim o povo começa a se desesperar...
Outra semelhança com Lost é o fato de cada um ter um passado sombrio ou dramático que influenciará suas decisões ou a decisões de outros. Em Chester's Mill (como em qualquer outra cidade) há assassino, sociopata, corruptos e por aí vai... Aos poucos as máscaras de alguns estão caindo, outros já nos surpreendeu (para melhor ou pior) e muitos outros certamente nos surpreenderão ainda mais. As semelhanças com Lost não são por acaso, tendo em vista que o criador da série Under The Dome, Brian K. Vaughan,também foi produtor e roteirista de vários episódios da série Lost. Há mistérios, conflitos, segredos e vários outros ingredientes para tornar Under The Dome um excelente seriado de mistério e ficção científica.
"A redoma quer assim" (igual "A ilha quer assim"). Desculpem as comparações, mas há uma ou outra semelhança...
Tem muito ator bom também! Mike Vogel (Barbie... porque o segundo nome dele é Barbara, ok?) saiu de Bates Motel e agora é um dos personagens principais de Under The Dome. Dean Norris (o vereador 'Big Jim') veio da excelente série Breaking Bad e já atuou em filmes como Pequena Miss Sunshine e Exterminador do Futuro 2 (além de que apareceu uma vez em Lost). Tem também a Rachelle Lefevre (Julia) vinda da saga Crepúsculo, Jolene Purdy (Dodee) que atuou em Glee e no filme Donnie Darko, Natalie Martinez (Linda) do filme Corrida Mortal (2008) e da série CSI: NY, entre outros atores. Alguns conhecidos, outros nem tanto, mas no geral a maioria está sem dúvidas desempenhando um bom papel!
O que esperar dessa série? Bom, pode-se afirmar com toda certeza que Under The Dome está bem legal. E como é baseada numa história criada pelo King, então tem muitas chances de dar certo (e o próprio King acompanha de perto!
Elenco com o tio Stephen King!
Se você gosta de mistério, suspense e ficção científica, você TEM que acompanhar Under The Dome! Sétimo episódio sai dia 05 de agosto, primeira temporada terá 13 episódios e uma segunda temporada já foi confirmada para 2014! Todos estão apostando muito nessa série e eu também. Vamos torcer para que melhore cada vez mais! Aguarde uma crítica da 1ª temporada em Setembro aqui no Vai Assistindo!
FIRST LOOK
TRAILER
CURIOSIDADES
- Não conhecia o livro Under The Dome. Quando fiquei sabendo da série e sobre o que se tratava, ao contrário de muitos que imediatamente lembraram do filme dos Simpsons (onde uma redoma de vidro isola Springfield), me veio na mente um filme tooosco pra caramba chamado Canibais (Undead, 2003), onde uma pequena cidade australiana é atingida por uma chuva de meteoros, que transforma as pessoas em zumbis e quando tentam fugir descobrem que estão isoladas por uma barreira transparente certamente criada por alienígenas. Sim, contei toda a história porque o filme é tosco e não mudará sua vida eu ter contado ou não. Se quiser assistir, tem dublado no Youtube. Achei que não teria nada relacionado com Under The Dome, mas aí descobri que apesar do livro ter sido publicado em 2009, Stephen King já havia tentando lançar a obra no final dos anos 70 e início dos anos 80 com os nomes de The Cannibals e posteriormente, Under The Dome. Então provavelmente Canibais foi inspirado na obra, só que nas versões antigas.
- King declarou que não assistiu o filme dos Simpsons e de que se tratou apenas de uma coincidência. De qualquer forma, a ideia da redoma para Stephen King já vinha desde os anos 70.
King nos bastidores
- Do site da Veja: A série estreou no dia 24 de junho, nos EUA, registrando a média de 13.5 milhões de telespectadores e 3.3% da audiência do público alvo. Números bem elevados para uma série original na Summer Season. Somando a audiência em DVR (no período máximo de sete dias), os números chegaram a 16.7 milhões com 4.3% do público alvo. A primeira temporada vem conseguindo manter a audiência de 14 milhões, com 3.44% do público alvo, ao vivo. Melhor que muitas produções que são exibidas na Fall Season ou na Midseason.
- No livro, a redoma dura pouco tempo. Na série a redoma irá durar meses. Muitos fãs criticaram as mudanças em relação ao livro, mas King salientou que são alterações necessárias, tendo em vista de que se trata de uma série e não minissérie ou filme. (Há aqueles que preferiam uma minissérie. Ainda não sei qual prefiro, já que não li o livro...)
- O personagem Junior, ao menos no começo, parece ter sido bastante inspirado no personagem Frederick Clegg de John Fowles. O livro O Colecionador de 1963 relata a história do jovem Clegg, um homem que coleciona borboletas e rapta uma garota com a ideia de que se a mantiver presa, um dia ela irá amá-lo. Junior pode não colecionar borboletas, mas no resto tá bem parecido... Recomendo ler o livro, é incrível!
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The Last of Us
quinta-feira, agosto 01, 2013

Título original: The Last of Us
Gênero: Survival Horror/Ação/Stealth
Classificação: Maiores de 16 anos
Número de jogadores: 1 (Single Player) e até 8 (Multiplayer)
Lançamento: 14 de Junho de 2013
Produzido por: Naughty Dog e Sony Computer Entertainment
Plataformas: PlayStation®3
Sinopse: Joel e Ellie, unidos por circunstãcias cruéis, precisam sobreviver a uma jornada brutal pelos EUA em um perigoso mundo pós-pandêmico.
Vai lendo!
Faaala, povo doido!
Como faz um tempo que não posto no VA (que vergonha, James ¬¬), vou reforçar os avisos que sempre deixo antes de começar qualquer crítica minha.
Antes de tudo, não tome minha opinião como definitiva e absoluta, ou seja, sinta-se livre para concordar ou discordar. Apenas mantenha o respeito e todo mundo sairá ganhando.
Mesmo que ocorra de eu criticar negativamente alguma mídia, sempre procure examiná-la e tirar sua própria conclusão. Sei bem que, por ser uma questão de gosto, é perfeitamente possível que algo que me desagrada muito chegue a agradar outras pessoas.
Por fim, alguns dos textos contêm uma quantidade significativa de spoilers (revelação de fatos), porém sempre procuro evitá-las ao máximo, já que também não gosto de ler uma crítica e ficar sabendo, por exemplo, do final de um filme antes mesmo de assisti-lo (ou de um jogo antes de jogá-lo).
Relembrado tudo isso, vamos ao jogo! o/
The Last of Us é o recente lançamento da produtora Naughty Dog, exclusivamente para PlayStation®3. Foi anunciado há mais ou menos um ano e é um dos jogos com o maior hype da atual geração. A história acompanha Joel, um homem de meia idade, que se encontra em uma cidade devastada por uma infecção e luta para sobreviver. Junto com ele você conhece Tess, uma mulher durona e companheira, e Ellie, uma garota de 14 anos cuja história é revelada bem lentamente durante o jogo. Há, claro, outros personagens, mas não falarei sobre eles aqui para evitar os tais spoilers.
O jogo todo ocorre nos Estados Unidos, onde, como eu disse logo acima, irrompeu um surto de uma infecção. Diferentemente de um surto comum, que transforma pessoas em zumbis sedentos de sangue, essa infecção é causada por fungos!
[momento Discovery]
O fungo (Cordyceps) se aloja no cérebro das pessoas e literalmente toma conta de seu sistema nervoso, tornando-as descontroladas e violentas. Há três estágios de infecção:
1- os humanos ficam violentos e atacam assim que percebem a presença de alguém. Nesse estágio, são chamados de Corredores.
2- a força e agressividade aumentam, porém a visão diminui (eles não reagem à luz, por exemplo) e os infectados atacam em grupos, fazendo emboscadas. São chamados de Caçadores.
3- o estágio mais hostil. Totalmente cegos, os infectados (chamados de Estaladores) possuem o rosto coberto de fungos. Reagem fortemente aos sons e seus ataques são brutais (fatais, no início).
Essa premissa da infecção é interessante, já que é uma modificação de algo real. Os criadores usaram como base um fungo que realmente invade o sistema nervoso de formigas e as tornam zumbis (no sentido original da palavra). Um documentário da BBC foi o que os motivou a pensarem como seria se isso ocorresse com humanos, e o resultado foi ótimo.
É claro que o jogo não se baseia somente nisso, e é mais claro ainda que há dramas familiares e outros fatos no meio da trama. A luta pela sobrevivência é uma das mais tensas (e intensas) que já vi. Além dos infectados há também os humanos, sobreviventes da infecção ou militares, que atacam sem dó quando percebem que seu território está sendo invadido.
O primeiro aspecto a ser dito são os gráficos. É um jogo da Naughty Dog, então não há nada além a se dizer que não seja “o visual é absurdamente perfeito”. É sério, a cada jogo novo lançado por eles fico mais abismado com a qualidade gráfica e o nível de detalhes, por mais sutis que sejam, que colocam nos cenários, personagens, etc. A iluminação é fantástica, as texturas são perfeitas e a água ficou ainda mais natural. Os cenários são lindos, destruídos e decrépitos, e conseguem transmitir perfeitamente a sensação de isolamento e destruição que o jogo propõe. O destaque maior fica por conta dos cenários naturais (o bosque, inesquecível, e a praia, simplesmente perfeita).
Destaque também para dois pontos que achei incrivelmente bem trabalhados:
- as sombras: ao contrário de qualquer outro jogo já lançado, esse foi o primeiro (até onde eu sei) que fez as sombras, especialmente as projetadas nas paredes quando você está bem perto delas, de maneira “esfumaçada”. Fisicamente, ninguém projeta sombras nítidas e bem contornadas como todos os jogos costumam mostrar, e TLoU foi o primeiro a deixar isso extremamente natural;
- a iluminação da lanterna: é absurdo ver a mesma cor de luz refletida dependendo da superfície para a qual você aponta o feixe da lanterna. Ilumine uma parede vermelha e a luz refletida será meio avermelhada; com superfícies azuis e verdes, a mesma coisa.
A jogabilidade é bem variada, alternando entre momentos de exploração e combates corpo-a-corpo. Para ajudar você conta com os punhos, armas brancas (como pedaços de pau e canos), armas de fogo e acessórios como bombas de fumaça, de pregos e coquetéis Molotov. Isso sem mencionar a inseparável lanterna, quase obrigatória em quase todo jogo. Você anda pelos cenários e encontra vários itens (suprimentos, colecionáveis, documentos, manuais de sobrevivência, gibis e pingentes vaga-lume). Os “enigmas” são simples e não exigem quase nada de raciocínio. Aí vem a parte dos combates...
À primeira vista as lutas no jogo são idênticas a qualquer outro, já que você começa enfrentando outros humanos (sobreviventes e policiais). Socos e golpes com canos e pedaços de pau são mais diretos, porém te deixam muito mais vulnerável. O uso das armas de fogo é fortemente restrito, já que a munição é bastante escassa e a variedade de armas é bem pequena (Tess, uma das personagens, deixa isso bem claro quando diz “Faça os tiros valerem a pena”). Usar as bombas e Molotovs também é recomendado apenas em último caso, pois eles requerem certos materiais para serem montados.
Montados? Confere isso, produção?
Sim, você monta os itens que usa durante o jogo, mas não entre em pânico. Não é nada absurdo, muito pelo contrário, você simplesmente combina dois itens do seu inventário (ou mochila) e dá origem a outro (por exemplo, combine um rolo de fita com uma lâmina para criar uma faca). Obviamente, por ser um jogo que foca a sobrevivência, você não vai encontrar muita coisa.
Os golpes, habilidades e técnicas (montagem de itens e manuseio das armas) podem ser melhorados conforme você avança no jogo. Para isso você coleta pequenas engrenagens e pílulas espalhadas por todos os cenários, depois as usa no inventário para montar itens mais rápido, aumentar a energia, a quantidade de balas de cada arma, melhorar a mira, entre outros. Falta também dizer que o inventário é sempre em tempo real, seja para melhorar uma habilidade ou para combinar itens.
Outra habilidade que você usa nos combates (e bastante, diga-se de passagem) é “atentar os ouvidos”. Usando R2, os ruídos ao seu redor são abafados e você percebe onde os inimigos estão (um contorno branco é mostrado e você vê as ondas sonoras que se propagam quando eles falam ou dão passos). Isso também ajuda a ver o quanto de ruído você ou seus companheiros estão emitindo.
Quando os combates chegam à parte onde aparecem os primeiros infectados é que a tensão começa a aumentar. Usar a lanterna chamará a atenção dos Corredores, enquanto o menor barulho fará com que os Caçadores (e pior, os Estaladores!) te percebam!
Serão constantes os momentos onde você precisará atravessar — completamente agachado e se escondendo — um cenário lotado de infectados. Contra os dois primeiros tipos você pode usar as armas brancas e socos, mas os últimos são mais rápidos e mortais. Contra eles você pode (e deve!) fugir de seu alcance e ficar imóvel em algum local até que eles se acalmem e voltem a te ignorar. Quando isso não acontece, aí é hora de usar uma arma de fogo ou outro acessório.
No mais, é como qualquer outro jogo de aventura: intercalado com momentos de tensão, calma e exploração intensa (você definitivamente vai querer encontrar tantas lâminas e trapos quanto possível, acredite...). Vamos agora ao aspecto sonoro do jogo.
A trilha sonora foi composta por um ilustre desconhecido (até então, ao mundo dos jogos): Gustavo Santaolalla. Todas elas são extremamente minimalistas, combinando 100% com o clima do jogo. Toques e melodias de cavaquinho/ukulele e guitarra (perdoem-me se forem outros instrumentos, sou leigo demais nesse quesito) intercalados com violinos e cellos nas partes calmas e percussão nas partes mais agitadas. Esqueça temas orquestrados, eles certamente não combinariam com o jogo.
Todas as músicas passam uma sensação de isolamento e quietude, como deveriam ser. A impressão que tive, mesmo que as músicas não sejam iguais, foi a de estar ouvindo uma mescla da trilha sonora do filme Extermínio (especialmente com a música Vanishing Grace) com a de Ensaio Sobre a Cegueira (com All Gone). Destaques também para The Last of Us (Goodnight), as quatro outras versões de All Gone e as duas de The Path, que lembram bastante as músicas de filmes antigos de faroeste. Sem comentários para o tema principal, que é repetido incessantemente durante a trilha sonora toda e gruda na cabeça feito cola. É estranho, apesar de não negativo, que você dificilmente perceba as músicas quando joga ou que lembre em que parte cada uma delas toca, exatamente por serem minimalistas e simples.
Os efeitos sonoros também são excelentes. Ruídos dos cenários, sons do ambiente, vozes, passos, tiros e, para mim, o melhor som do jogo: os estalos que os Estaladores emitem!
Fãs de filmes asiáticos notarão a tremenda semelhança entre o som que se ouve quando os Estaladores estão por perto e o som de certo espírito japonês de uma mulher morta pelo marido cheio de fúria (Kayako, estou olhando para você! xD). É angustiante quando você chega a um local pequeno, usa a habilidade de atentar os ouvidos e “vê” que há, simplesmente, meia dúzia de estaladores no mesmo lugar, emitindo aqueles grunhidos. Nem falo nada sobre quando um deles está chegando perto de você (ou pior, quando estala e só então você percebe que está BEM atrás de você @_@). Jogar com um Home Theater deixa tudo ainda mais absurdamente imersivo.
O roteiro do jogo é o ponto mais forte e que certamente é o que conquista a todos. É impossível não se prender à história e ficar na expectativa para saber o que vem a seguir. O jogo todo corre no mesmo ritmo de um filme, com reviravoltas e certos toques de piadinhas bocós, típicas de jogos da Naughty Dog. Você com certeza se emociona (se emocionar não significa, necessariamente, chorar, OK?) com algumas coisas e sente a tensão e urgência das situações.
O final do jogo é curioso: não é grande coisa, mas ao mesmo tempo passa uma forte sensação de gratificação. Eu esperava mais, porém não deixei de gostar.
Ah, quase esqueço um ponto extremamente positivo desse jogo: os idiomas.
Não sei se todos ficaram sabendo, mas The Last of Us foi lançado com idioma totalmente localizado, ou seja, você tem a opção de legendas e, pasmem, do áudio em Língua Portuguesa! Nada de dublagem porca (Uncharted 3, oi?), a Sony aprendeu com os erros e finalmente teve a decência de contratar um estúdio brasileiro de dublagem. As vozes são famosas (você ouvirá, entre outros, a voz do dublador de Mel Gibson) e, com exceção de um ou outro personagem, a dublagem ficou excelente. Não serei hipócrita a ponto de criticar a não correspondência de frases ou da entonação de voz, afinal é muito mais fácil para quem dublou originalmente, já que a voz foi feita junto com a captura de movimentos. Eu terminei o jogo todo com o idioma dublado e gostei muito.
Fato aleatório: eu ri MUITO³²¹²¹¹²³¹²¹³²¹³²³¹ quando percebi de quem é a voz do Joel... >XD~
Por último, os modos de jogo e opções dos menus. Você pode jogar a campanha (vulgo single player) ou uma partida Multiplayer (que eu ainda não testei, shame on me, então não posso dizer nada sobre). Na campanha há quatro dificuldades: Fácil, Normal, Difícil e Sobrevivente. Na Sobrevivente você “apenas” fica sem algumas opções (como a atentar os ouvidos e os botões que aparecem na tela indicando as ações a serem feitas) e perde energia de maneira absurda (justificando o “Sobrevivente”). Óbvio que quanto maior a dificuldade, menor será a quantidade de itens e munição que você irá encontrar (na Sobrevivente você não acha praticamente nada e dificilmente consegue montar todos os itens de que precisa).
Há menus com Extras, tais como a lista de Destravamentos (tarefas e troféus), itens novos a serem comprados, suas Estatísticas e as melhores delas: a clássica seleção de capítulos e a galeria de filmes desbloqueados. Os itens novos (Roupas, Galerias de Arte e Modos de Renderização) você compra usando créditos do próprio jogo, que são ganhos quando você completa certa tarefa (“montar 30 facas”, por exemplo).
Ao terminar o jogo uma vez fica disponível o modo Novo Jogo +. Nesse modo você começa com todos os itens e habilidades da última rodada, porém tem que encontrar novamente todas as armas (do contrário seria fácil demais). Terminando em determinada dificuldade ela fica disponível no Novo Jogo +.
Agora, a parte onde todo mundo fica apreensivo e já me olha torto: os pontos negativos.
Apesar de o jogo ser tãããão absurdamente aclamado, arrisco dizer que ele não é a perfeição que todos dizem. Não sou louco de dizer que é ruim, muito longe disso, é extremamente bom de fato, porém algumas falhinhas bestas deixam a experiência bem menos agradável do que poderia ficar. Relembro que não condeno o jogo por isso, todos já devem saber que eu sou chato mesmo e fico encrencando com essas coisas :P
A primeira coisa é perceptível logo no começo: Joel não sabe pular!
Não é nada do tipo “ele não pula no início do jogo, mas ‘aprende’ a fazer isso depois” (mesmo porque ele já é um sobrevivente, então nada justifica. E outra coisa: quem não sabe pular?! õ_o). Em todas as partes do jogo onde você encontra uma pequena vala ou precisa subir algo um pouco mais alto, é necessário procurar por algo que o ajude a continuar. Determinadas coisas são perfeitamente “escaláveis”, mas ele se recusa a subir nelas.
E em que isso incomoda, James?
Simples, nas partes onde você está fugindo dos infectados. Seria bem mais fácil se Joel soubesse pular para fugir melhor deles e também se pudesse escalar determinadas partes do cenário para se esconder.
Os objetos do cenário usados como “projéteis” resumem-se completamente a, apenas, garrafas e tijolos. Do início ao fim do jogo o que você mais vê pelo chão são somente essas duas coisas, abundantemente. Os cenários são lotados de pedaços de madeira e ferro, pedras, cadeiras e quaisquer outras coisas que poderiam ser usadas para atingir os inimigos, só que você não pode pegar nada. Legal mesmo é quando você precisa de algum dos dois, mas não tem UM por perto pra ajudar ¬¬’
A corrida também é levemente estranha nesse jogo. Enquanto tudo está calmo Joel “corre devagar”, a velocidade da corrida aumenta apenas quando algum inimigo está na tela. Não é incômodo nas batalhas, mas sim nas partes calmas, onde você às vezes quer sair correndo para passar mais rápido. Com a atual tecnologia, poderiam ter balanceado a corrida de acordo com a pressão do botão do controle: quanto mais forte você apertasse, mais Joel correria.
Uma coisa que soa meio deslocada é Joel não saber fazer certas coisas básicas (como facas e Molotovs) no início do jogo. Apenas depois que você encontra manuais espalhados nos cenários é que ele “aprende” a montá-los. Considerando que ele está há 20 anos sobrevivendo nesse lugar, seria melhor que ele já começasse sabendo fazer e aos poucos aprimorasse as técnicas (isso acontece durante o jogo, mas você começa sem saber fazer nada).
Agora, a coisa que mais me incomodou de todas: os itens deixados pelos inimigos.
Pense num bando de caçadores (os humanos do jogo), alguns com pedaços de pau, outros com pistolas e um com uma escopeta. Você, com apenas 3 balas de revólver e 2 de rifle, consegue depois de muito custo derrotá-los e, no mínimo, espera que os inimigos com armas de fogo deixem as armas depois de mortos.
Nem pensar, isso acontece MUITO raramente! Eu achei brutalmente frustrante você matar quase todos os inimigos e não ser recompensado com praticamente nada (nem mesmo no modo mais fácil). Agora imaginem isso no modo mais difícil de todos...
Também durante as batalhas é que se sobressai o ponto mais delicado de todo e qualquer jogo com mais de um jogador: a inteligência artificial controlada pelo computador. Ellie ajuda bastante em algumas partes, atirando tijolos e garrafas, mas na maioria das vezes (especialmente na dificuldade Sobrevivente) ela só atrapalha. Sai correndo nos momentos mais inoportunos, atira tijolos enquanto você se mata para não fazer o menor barulho (e acaba chamando a atenção de todos os inimigos) e fica na sua frente quando você precisa atirar. Várias vezes acabei morrendo queimado porque atirei (aliás, queria atirar) um Molotov num inimigo mas ela passou bem loucona na frente, o treco explodiu nela e eu peguei fogo junto...
Isso é frequente em todos os jogos onde você tem alguém andando junto ou precisa proteger algum outro personagem. O pior de todos é Bill, que com a incrível delicadeza de um elefante manco misturado com jamanta desenfreada, faz tanto barulho que você chega a quase desistir da camuflagem em algumas partes. Por pura sorte, os inimigos não percebem a presença de Ellie nem de Bill, somente a sua.
Uma possível solução para isso? Fácil, o tradicional comando de “siga-me/fique aí/ataque”, ou um berro enorme de “vê se não faz c*g*d*, ô desgraça!” (que seria muito bem vindo em algumas partes xD).
Por fim, o jogo todo é um pouco repetitivo. Não prejudica de maneira nenhuma o andamento, mas é fato que tudo o que você vai fazer é se esconder dos inimigos e pegar tijolos e garrafas loucamente. No início é perfeito, você se sente realmente fugindo e se escondendo para salvar a vida, mas depois de um tempo começa a ficar maçante (creio que isso aconteça em todo jogo de ação stealth, ou então eu é que não gosto muito desse tipo de jogo e fico com chatice mesmo :P). A história/trama faz isso passar meio despercebido, porém não dá pra negar.
E é isso! Loooonga crítica, como de costume, para um jogo igualmente longo. Uma das chaves de ouro dessa geração, The Last of Us é sem dúvida um jogaço. Tem alguns defeitos aqui e ali, mas vale muito a pena! Tome cuidado apenas para não fazer o que eu fiz, passar mais tempo vasculhando os cenários e procurando itens do que propriamente jogando... xD
NOTA: 9,5 (beirando um 10 apenas por conta dos defeitos meio irritantes :\)
BÔNUS
Vou deixar aqui uma playlist lotada de vídeos (todos oficiais, e em Inglês) de The Last of Us. Se você ainda não jogou, sério, não assista! Vários dos vídeos estão cheios de spoilers sobre aspectos técnicos e sobre a trama do jogo, e se você ainda não chegou a jogar, isso vai estragar totalmente a graça.
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Vai jogando
Trailer oficial e imagens: Curse of Chucky!
segunda-feira, julho 08, 2013
Em maio publiquei aqui no VA uma suposta capa do filme A Maldição de Chucky (Curse of Chucky) com algumas informações sobre o filme e as sinopses. Clique aqui e confira a postagem! Ontem saiu o trailer oficial do filme e o site Bloody Disgusting conseguir capturar várias imagens bem legais! Lembre-se: não se trata de um remake, é apenas mais um filme do brinquedo assassino. Veja o novo Chucky (clique nas imagens para ampliá-las):
Achei meio estranho... Ele está mais com um jeito de humano do que boneco, e ser um boneco é o que mais dava medo. Também o excesso de CG pode tirar a graça da coisa... O que você achou? Confira agora o trailer :
Me pareceu meio fraquinho, meio bobinho. Talvez para se aproveitar das ondas de remakes? E o que esperar de um diretor/produtor que começou com uma ótima trilogia de terror e de repente tornou naquela palhaçada (sem graça) do Noiva e Filho de Chucky? Mas vai saber né? O filme tem data de lançamento prevista para 24 de setembro em VOD e 8 outubro para Blu-ray e DVD. Mais imagens no BD.
Clique aqui para conferir crítica, trailer e imagens do O Brinquedo Assassino e aqui para conferir os do Brinquedo Assassino 2.
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Lançamentos 2013
Guerra Mundial Z (World War Z)
quinta-feira, julho 04, 2013
Título no Brasil: Guerra Mundial Z
Título Original: World War Z
País de Origem: EUA / Malta
Gênero: Ação
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento: 2013
Estreia no Brasil: 28/06/2013
Livro de zumbis: Baseado no livro "Guerra Mudial Z", de Max Brooks.
Comprando os direitos: O valor pago pela Paramount pelos direitos de adaptação não foram divulgados, mas as informações são de que o contrato foi de seis dígitos.
Atores cotados: Os atores Ed Harris e Matthew Fox chegaram a ser escalados para a produção, mas conflitos de agenda impediram a participação de ambos.
Filadélfia no Reino Unido: Rodado em várias locações do Reino Unido, como Glasgow e Escócia. Para que o local ficasse parecido com a Filadélfia, carros, caminhões e até placas de rua foram importadas para a devida caracterização. O motivo dessa operação foi fugir das altas taxas, uma vez que não foi oferecida nenhuma redução de impostos para a produção rodar por lá.
Herói do set: Durante uma das cenas que envolviam uma multidão de zumbis, uma das figurantes caiu no chão e começou a ser pisoteada. A situação só não foi pior porque o astro Brad Pitt a pegou, colocou-a nas costas e saiu do local antes que se tornasse algo mais grave. O agradecimento ao galã veio somente depois que a cena foi concluída.
Título Original: World War Z
País de Origem: EUA / Malta
Gênero: Ação
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento: 2013
Estreia no Brasil: 28/06/2013
Site oficial: http://www.worldwarzmovie.com/
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: Marc Forster
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: Marc Forster
Elenco: Brad Pitt (Gerry Lane), Mireille Enos (Karin Lane), Daniella Kertesz (Segen), James Badge Dale (Captain Speke), Ludi Boeken (Jurgen Warmbrunn), Matthew Fox (Parajumper), Fana Mokoena (Thierry Umutoni), David Morse (Ex-CIA Agent), [+].
Sinopse
A história gira em torno do funcionário das Nações Unidas Gerry Lane (Brad Pitt), que atravessa o mundo em uma corrida contra o tempo para deter uma pandemia que está derrotando exércitos e governos e ameaçando dizimar a própria humanidade.
Vei Lendo!
Não sou uma pessoa que gosta de utilizar esse tipo de expressão, mas que se dane: esse filme é foda! Não li o livro, então analisei apenas o filme e gostei pra caramba! Começando pelo o jeito como as coisas acontecem, tudo muito rápido! No início tem pouca conversa e o resto é praticamente tudo ação. Mas não algo idiota e absurdamente exagerado. Uma ação inteligente com personagens inteligentes!
Sim, isso foi outro ponto que me agradou muito! Ao contrário do que ocorre em muitos filmes de infestação zumbi e tal, o personagem principal não é um bocó que age como um frango louco o tempo todo e toma uma decisão absurda atrás da outra. Gerry Lane (Brad Pitt) é uma homem inteligente, esperto, pensa rápido e sabe agir em momentos de tensão. Isso faz com que o filme não caia do clichê e flui perfeitamente, de uma maneira eletrizante. Só notei um detalhe que não foi um ato de inteligência do Gerry e que comentarei no final do post.
COOOOORRE CAMBADA!
Os infectados são outra maravilha a parte: rápidos para caramba, com uma força de um ser humano com muita adrenalina e doidões! A transformação se dá em 12 segundos, algo que faz você pensar como a vida do povo do The Walking Dead é tranquila e pacífica! Também acho interessantíssima essa questão dos zumbis, pois em muito filmes são mortos-vivos podres, lentos e burros. A contaminação demora bastante para acontecer, dando até tempo de ir pescar. E numa infestação assim não me parece que os zumbis venceriam. Lentos e fácil de matar? O único problema é quando estão num bando grande, fora isso são bem vulneráveis.
Agora no Guerra Mundial Z não, os infectados são terríveis! A contaminação é rápida, tornando explicável a velocidade com que o "vírus" se alastra. Eles não são podres, apesar de estarem mortos: possuem a força e rapidez de quando foram humanos, só parecem mais rápidos e mais fortes provavelmente pela questão da adrenalina. Esses zumbis não são fáceis de matar e a coisa é correr muito! Amei isso! Qual é, porque com zumbis imbecis e lerdões o vírus se espalharia tão de pressa? Do jeito que é no World War Z é completamente aceitável que 5% da população mundial esteja infectada num curto período de tempo. Outros filmes com infectados no estilo são Extermínio (28 Days Later), Eu Sou A Lenda (I Am Legend) e Zombieland, sendo que apenas os zumbis do Eu Sou A Lenda chegam aos pés dos zumbis desse filme.
A trilha sonora é perfeita para os momentos de ação e tensão. Falando em ação e tensão, esses são um dos pontos mais fortes do filme. As cenas de ação são literalmente de tirar o fôlego, assim como as de tensão! Você fica torcendo em voz baixa para os personagens, falando como se fossem te ouvir "Cuidado, cuidado...", "Acorda, olha o que tá acontecendo!", "Xiuu" (você entenderá vendo o filme) e principalmente: "COOOOORREEE!". Não é um filme cansativo, chato, clichê. É contagiante do início ao fim (acredite: é do início ao fim mesmo!).
E os efeitos especias? Ficaram muito bons! Os infectados são horríveis e fazem uns movimentos bem esquisitos. O jeito que eles se jogam também é impressionante. A maquiagem é perfeita e os barulhos que eles fazem também!
Os atores são ótimos, isso nem se discute. As situações pelas quais eles passam são, além de tensas, bem emocionantes. A história é, no geral, excelente! Vi alguns seres estranhos comentando que a história é clichê... Como assim clichê Jaum? Sim, a questão dos zumbis não é nova, no entanto Guerra Mundial Z ficou bem diferente dos filmes de zumbis que até então já foram lançados. Tudo nele é diferente: a história, a atitude dos personagens, os infectados, as situações e principalmente o desfecho (que é ótimo!).
É um filme que você deve assistir! É muito legal mesmo! O fato que achei mais interessante foi a questão da união, da bondade, da cooperação entre as pessoas. Não caiu naquele clichê de sempre ter um do contra, sempre ter "o malvado", alguém querendo se aproveitar dos outros ou alguém extremamente egocêntrico. No filme todos se ajudam, todos cooperam, sem questionar muito. É sobrevivência, nessa hora todos devem estar unidos! Se um não ajudasse o outro, permanecesse no egoísmo triste e imbecil, a população mundial sumiria do mapa bem rápido. O filme é tenso, mas possui uma mensagem muito boa e necessária nos tempos de hoje, numa sociedade onde cada vez mais as pessoas só se importam com elas mesmas: temos que nos unir! Unidos somos fortes! Unidos conseguimos superar as dificuldades. Um ajuda o outro, um cuida do outro, e assim as coisas vão dar certo, vão funcionar.
World War Z entrou para a minha lista de favoritos e espero que entre para a sua também!
NOTA (0-10): 10 (um filme de zumbis que se sobressai no meio de tantas produções repetitivas)
TRAILER
CURIOSIDADES
Livro de zumbis: Baseado no livro "Guerra Mudial Z", de Max Brooks.
Comprando os direitos: O valor pago pela Paramount pelos direitos de adaptação não foram divulgados, mas as informações são de que o contrato foi de seis dígitos.
Atores cotados: Os atores Ed Harris e Matthew Fox chegaram a ser escalados para a produção, mas conflitos de agenda impediram a participação de ambos.
Filadélfia no Reino Unido: Rodado em várias locações do Reino Unido, como Glasgow e Escócia. Para que o local ficasse parecido com a Filadélfia, carros, caminhões e até placas de rua foram importadas para a devida caracterização. O motivo dessa operação foi fugir das altas taxas, uma vez que não foi oferecida nenhuma redução de impostos para a produção rodar por lá.
Herói do set: Durante uma das cenas que envolviam uma multidão de zumbis, uma das figurantes caiu no chão e começou a ser pisoteada. A situação só não foi pior porque o astro Brad Pitt a pegou, colocou-a nas costas e saiu do local antes que se tornasse algo mais grave. O agradecimento ao galã veio somente depois que a cena foi concluída.
Produção complicada: A produção de Guerra Mundial Z passou por diversas dificuldades: mudanças no roteiro, gravação de novas cenas, problemas com os efeitos especiais... Após todas essas alterações, o filme teve sua estreia adiada em mais de seis meses.
Improvisação: Para garantir um maior realismo em Guerra Mundial Z, a maioria das cenas familiares foram improvisadas pelos atores.
Figurantes: Nas cenas do início da epidemia, em Glasgow, foram utilizados 200 figurantes para dar a impressão de uma multidão. Em outra filmagem, a produção contou com um total de 700 figurantes.
PODIA TER FEITO ISSO (SPOILER!)
Na cena em que o Gerry está no laboratório pegando lá os frascos e tem um zumbi do lado de fora, em vez dele ir injetando qualquer coisa poderia ter escrito no caderno assim e "Vou colocar o vidro perto da câmera, se for o certo dê um toque no telefone, se for o errado dê dois". Ele conseguiria escutar o telefone, pois conseguia escutar o zumbi do lado de fora e saberia qual seria o melhor para injetar, sem todo aquele drama. Foi mostrado que a mulher conseguia ligar e ele tinha um caderno, porque não fazer isso? De qualquer maneira, foi uma cena legal.
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Arcádia Filmes: Sterbgeist
O Vai Assistindo fez uma parceria com o Alex Lupóz da Arcádia Filmes, uma produtora brasileira do terror amador que está estreando agora, e toda vez que sair algum trailer ou filme deles, deixaremos aqui no blog para vocês conferirem! Vamos ajudar o terror e suspense crescer no Brasil! Deem uma força aí para a Arcádia Filmes, assistam os trailer, fale para os seus amigos e curta a página da Arcádia no Facebook clicando aqui!
Confira o trailer do longa Sterbgeist:
SINOPSE: Tobias se mudou para a casa de sua ex-namorada, depois que ela veio a falecer. No entanto, fenômenos estranhos na casa o intrigam a descobrir o que é, e levará a um novo conceito de fenômeno paranormal.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO: Sterbgeist
GÊNERO: Suspense
ANO DE PRODUÇÃO: 2013
ROTEIRO/DIREÇÃO/EDIÇÃO: Alex Lupoz
PRODUÇÃO: Alex Lupoz, Guilherme Almeida, Rafa Gomes, Benedito Ernesto, Maycon Gonçalves, Mayara Mattos e Renan Maia
ELENCO: Alex Lupoz, Guilherme Almeida, Rafa Gomes e Benedito Ernesto
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A Morte do Demônio (Evil Dead)
quarta-feira, julho 03, 2013
Título no Brasil: A Morte do Demônio
Título Original: Evil Dead
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Classificação etária: 18 anos
Tempo de Duração: 91 minutos
Ano de Lançamento: 2013
Estreia no Brasil: 19/04/2013
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Direção: Fede Alvarez
Diretor estreante: É o 1º longa-metragem dirigido por Fede Alvarez, que obteve destaque graças ao curta Ataque de Pânico!(2009).
Título Original: Evil Dead
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Classificação etária: 18 anos
Tempo de Duração: 91 minutos
Ano de Lançamento: 2013
Estreia no Brasil: 19/04/2013
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Direção: Fede Alvarez
Elenco: Jane Levy (Mia) Shiloh Fernandez (David), Lou Taylor Pucci (Eric), Jessica Lucas (Olivia), Elizabeth Blackmore (Natalie), [+].
Sinopse
Mia (Jane Levy) é uma garota viciada em drogas. Ela é levada pelos amigos Olivia (Jessica Lucas) e Eric (Lou Taylor Pucci) para uma cabana isolada na floresta, no intuito de realizarem uma longa cura de desintoxicação. Para a surpresa de todos, o irmão de Mia, David (Shiloh Fernandez), rapaz afastado dos amigos e familiares há tempos, também aparece, junto de sua namorada, Natalie (Elizabeth Blackmore). O clima já não era muito bom, até eles encontrarem o Livro dos Mortos. Daí em diante, tudo piora.
Vai Lendo!
Primeiramente gostaria de deixar a minha revolta com a distribuidora desse filme, que aqui no Brasil fez uma propaganda enorme porém distribuiu pouquíssimas cópias para os cinemas brasileiros: Resultado: toda a galera doida para ver Evil Dead e ele foi exibido em apenas algumas cidades, principalmente capitais (e olhe lá!). É simples: NÃO FAÇAM tanta propaganda de um filme que não estará disponível na maior parte do território nacional! É sacanagem! É o mesmo que fazer uma propaganda enorme do PS4 ou Xbox One em todo Brasil e os mesmos forem vendidos apenas no Acre! Se não teria cópias para todos os cinemas, baixassem a bola no merchan! Foi tanta burrice que o filme teria lucrado muito mais se tivesse estreado em mais lugares, tento em vista que tinha MUITA gente louca para assistir!
Pronto, expressei minha revolta. Agora vamos para a segunda questão. Por favor, leia para compreender melhor minha opinião sobre esse filme e não vir dizer bobeiras. Gosto muito do The Evil Dead, o original de 1981. Assisti ele nos anos 90 e creio que assisti bem mais de 5 vezes. Também assisti várias vezes Evil Dead II e Army of Darkness. A trilogia Evil Dead era a minha preferida entre os filmes de terror quando era pequena (junto da trilogia Child's Play). Gosto muito mesmo, já vi making off dos filmes, li várias coisas a respeito e tal. Estou dizendo isso para mostra-lhes que conheço bem e gosto muito da versão original. Não sou uma expert no assunto e não fui atras de tudo em relação ao filme até porque acho esse tipo de comportamento meio doentio as vezes, mas até que entendo sobre The Evil Dead (sim, o original tinha o "The" na frente). E para sua enooorme surpresa (será?): gostei dessa nova versão!
Dessa vez ela não foi estuprada pelo bosque pervertido.
Pontos positivos (o que gostei): Não espere que esse filme seja igual ao de 1981, porque NÃO É e nem tem como ser. Naquela época, outras coisas assustavam o povo, as técnicas utilizadas eram outras, outro estilo estava "na moda". Não espere ver pessoas com máscaras de borracha com feições demoníacas e uma ou outra gracinha aqui e ali. Faça como eu e se prepare para um filme de 2013 e não um de 30 anos atrás. Sim, o antigo tem sua graça, sua beleza e NUNCA será superado, pois é o original. Porém, não se pode fechar os olhos para coisas novas, para a atualidade.
Evil Dead 2013 é sério, bem sério. Embora veja um ou outro pirralho falando por aí que o filme é engraçado (sim, aqueles moleques que se borraram de medo no cinema, mas riram para disfarçar) ou um ou outro adulto dizendo que é fraco (pois para alguns falta imaginação...), esse filme não foi engraçado e muito menos fraco. Se você parar de frescura e prestar bem atenção nas cenas e história, poderá até sentir uns arrepios de vez em quando. E, por favor né povão, comparado com todos os filmes de terror dos últimos 10 anos (e não acrescento aqui aqueles trashzão doentios que pessoas doentes assistem), A Morte do Demônio pode ser considerado um dos melhores, se não o melhor!
Temos no filme atores jovens e pouco conhecidos, deixando tudo mais legal pois não se tratam de rostinhos que já estamos cansados de ver. E todos se saíram bem. Vi uns reclamando e falando que foram péssimos atores, mas galera, e os de 81? Eram o quê? Gostei de colocarem atores pouco conhecidos, ficou menos clichê.
Outro ponto forte foi as cenas gore. Muito sangue, muita pele sendo rasgada, vômitos e afins. Foi na quantidade certa: nem muito, para não ficar engraçado (como Arrasta-me Para Inferno) e nem pouco, para não ficar fraquinho. Não teve os banhos de sangue absurdos como nos originais, mas como disse, foi na medida certa para ficar sério e perturbador. O jeito dos possuídos foi outra coisa perturbadora. O pescoço retorcendo, o olhar fixo, a pele acabada... não, não teve máscara de borracha, porém ficou convincente. No começo é fraco, mas à medida que a história progride, o medo das criaturas aumenta mais ainda. Ficou bem diferente a questão dos possuídos, de um jeito que me convenceu.
E vai ter mãozinha de novo?
Gostei muito da história também, que dessa vez ficou bem mais elaborada. Tudo bem que continua sendo estranho o fato de insistirem em ficar numa cabana velha no meio de uma floresta sombria e completamente deserta, no entanto o motivo de estarem lá foi bem interessante e legal que também explica o motivo de não quererem sair dali o mais de pressa possível: com a garota em abstinência, o ideal era mantê-la lá até que passasse pela crise maior. Mais legal ainda o fato do demônio possuir primeiramente a mais fraca. E adorei confundirem a possessão com a crise de abstinência, muito bem bolado!
A questão da história dos personagens também foi muito boa! Uma é usuária de drogas, o outro é um "covarde" que deixou a irmã sozinha e não visitou a mãe que estava morrendo, o casal de amigos que se sentem "traídos" pelo amigo "covarde" que sumiu por 3 anos (acho que era isso) e a namorada do "covarde", que não entende nada do que está acontecendo. Todos ali tem suas fraquezas, uns mais e outros menos. Porém, na hora que o "bicho pega", todos podem surpreender. Ao contrário da versão de 81 onde a história e personalidade de cada um foi pouco trabalhada, nesse temos personagens bem construídos, fazendo que se torne mais compreensível suas escolhas e ações.
Gostei também da fotografia, que ficou bem bonita em certas partes. O cenário bem sombrio, com pouca luz e numa névoa densa ficou perfeito! Um detalhe que achei legal e creio não estar enganada: o carro do primeiro filme (de 81) está lá! *-*
Pontos negativos (não gostei): Algumas falhas, como alguém estar todo sujo de sangue e no corte seguinte aparecer quase de cara limpa. Uma parte você acha que um olho foi furado, mas na verdade não foi (como?!?!). Essas falhas me incomodaram bastante. Não estraga o filme todo, mas incomoda.
A trilha sonora ficou muito boa, bem assustadora. Só que em certas partes parece "épica" demais e estraga um pouco o clima de terror. Não souberam muito bem equilibrar aí a questão da tensão e do terror. Tem horas que seria muito melhor o terror, o medo, do que a tensão.
Gostei dos sustinhos, do rosto que aparece. Não precisava aparecer "tanto", incomodou também. Felizmente não caiu muito no clichê dos filmes atuais, onde sempre um rostinho aparece no meio do escuro e a trilha sonora faz aquele "tcharam!". Aconteceu isso, na verdade, porém o rosto que aparecia ficou assustador o que até despertou uns leves sustinhos.
Uma ou outra cena que apareceu no trailer não consta no filme ou ficou menos forte (talvez porque vi o trailer várias vezes...). Não gosto muito disso, sei que ocorre com muitos filmes, mas parece meio enganoso... Você lá aguardando uma cena e nada. É meio chato.
O final foi legal, entretanto poderia ser bem melhor. O Livro dos Mortos ficou meio didático de mais. Só faltou ilustrações do Maurício de Sousa e do Ziraldo. Digo, ok, tá macabro, só que com muitos detalhes. Acontece uma coisa, o cara vai lá correndo e já encontra a imagem no livro. Sei lá, meio bobinho, meio óbvio demais. Tinha que ser uma coisa mais enigmática, mais difícil de notar.
Pensava que seria mais tenso esse trecho...
Veja Evil Dead sem esperar algo idêntico ao original. Já disse: espere ver um filme de 2013. Não superou o original e ficou um pouco curto demais, porém ficou ótimo! Filmes de terror requerem imaginação. Já percebeu que pessoas com pouca imaginação, costumam não gostar de terror e ficção científica? Isso porque apresentam grandes dificuldades para imaginar criaturas diferentes, universos paralelos, outros mundos e coisas do tipo. Não deixe se convencer por pessoas assim. Do mesmo modo que a maioria dos filmes terror, Evil Dead 2013 requer sua imaginação. Deixe-se levar pelo filme, se envolva com a história (só não muito, por favor) e com os personagens. Não olhe o filme, veja, assista. Recomendo isso também para a maioria dos filmes de terror e ficção. Deixe sua mente voar nessas obras. Certamente achará algo interessante. The Evil Dead de 1981 sempre está nos nossos corações, mas vale dar uma chance para uma nova versão.
Nota (0-10): 9.0
TRAILER
CURIOSIDADES
Diretor estreante: É o 1º longa-metragem dirigido por Fede Alvarez, que obteve destaque graças ao curta Ataque de Pânico!(2009).
Mudança de protagonista: Gillian Jacobs chegou a fazer uma audição para a personagem Mia, mas perdeu o papel para Lily Collins. Posteriormente, a atriz desistiu do filme e abriu espaço para a contratação de Jane Levy.
Elas tentaram: Agnes Bruckner e Thora Birch fizeram testes para a personagem Natalie. Já Jurnee Smollet-Bell fez uma audição para Olivia.
Brincadeira com os nomes: Se você pegar a primeira letra dos personagens David, Eric, Mia, Olivia e Natalie perceberá que elas formam a palavra demon (demônio, em inglês).
Homenagem: Logo no início do filme pode-se ver que a personagem Mia usa um suéter da universidade de Michigan. Trata-se de uma homenagem a Sam Raimi, diretor do filme original, que estudou nesta universidade.
Participação não-creditada: Apesar de não ser creditada, Diablo Cody escreveu um último tratamento do roteiro do filme.
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